Nem toda exposição da pele pode ser resolvida com luva. Em tarefas que exigem tato, em contato eventual com produtos irritantes ou em jornadas longas com as mãos molhadas, entram os cremes de proteção, também chamados de cremes de barreira. Eles formam uma película invisível que reduz o contato direto do produto com a pele e facilitam a limpeza depois do trabalho.
O creme é aplicado antes do trabalho, na pele limpa e seca, formando uma barreira que dificulta a penetração de sujidades e agentes irritantes. Não substitui a luva em manuseio de produto agressivo: é um complemento, usado sozinho apenas quando o risco é leve ou quando a luva não é viável para a tarefa.
Os cremes do grupo 3 são os mais versáteis, porque cobrem os dois tipos de exposição no mesmo turno.
Aplique nas mãos limpas e secas, espalhando bem entre os dedos, ao redor das unhas e nos punhos, que são os pontos mais esquecidos. Reaplique depois de lavar as mãos e sempre que houver troca de tarefa. Ao fim do expediente, lave normalmente e use um creme hidratante, porque pele ressecada perde a própria barreira natural.
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Não. Ele complementa a proteção e é indicado quando o risco é leve ou quando a luva inviabiliza a tarefa.
O grupo 1 protege contra agentes de base água, o grupo 2 contra agentes de base óleo e o grupo 3 contra os dois.
Antes de iniciar o trabalho, com a pele limpa e seca, e a cada nova lavagem das mãos.
Sim, os cremes de proteção usados como EPI possuem Certificado de Aprovação.
Sim. A hidratação ao fim do expediente ajuda a manter a barreira natural da pele.
Pele íntegra é a primeira barreira do corpo, e mantê-la assim custa muito menos do que tratar dermatite ocupacional depois.
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